Boate
Bom Sujeito
Estrada da Barra da Tijuca, 18 - Sobrado - RJ
O que pra muitos parecia soar estranho, que era fazer cultura carioca e, por conseguinte brasileira, numa região onde mais sobressai o culto as expressões internacionais, aconteceu.Encontrar onde, na tão moderna Barra da Tijuca não foi difícil, acreditamos ter sido o local ideal, perfeito. Para os mais antigos, chamado de Largo da Barra, atualmente carinhosamente chamado de Barrinha. Foi por aqui que no meado do século passado a boemia e a gastronomia da região começaram.
Ainda hoje, diversos estabelecimentos, daquela época, mantense abertos com mais de 60 anos, chegando a terceira geração da família.Confirmando essa áurea de histórica aptidão para a boemia, o lendário CLUBE DO SAMBA, do saudoso João Nogueira, se estabeleceu aqui mesmo, em frente, nos anos 80, onde todo sambista de fato, freqüentou.
O prédio, o espaço, também se apresenta como muito propício. Boas dimensões, ventilado, distante o suficiente de imóveis residenciais, de ótima visualização e com características arquitetônicas simples, porém que remetem aos idos anos. Sua ambientação e adequação foram pensadas nos mínimos detalhes, buscando criar uma identidade não apenas visual, mas com objetivo e o uso a que se propõe. Alguns detalhes nem mesmo serão notados pelos freqüentadores, mas certamente seus efeitos serão sentidos. A ambientação para o samba não carece de grande ostentação, ou mesmo ornamentação de forma a apresentar-se como folclórico, ele é cultura viva.
Porem deve ser tratado com respeito, e respeitar a quem o freqüenta, e, sobretudo quem o fez chegar aonde chegou. Nas paredes fotos de grandes divas e ilustres bambas, de hoje e de outrora, que têem seu nomes na historia da Musica Brasileira. Os detalhes de balcões e paredes são em madeira de demolição (peroba rosa) e ladrilhos hidráulicos coloridos, características do inicio do século passado. Áureos tempos do Rio Antigo.O mobiliário, como não poderia deixar de ser, com cadeiras e mesas do tipo “Rio Antigo”, com pés de ferro, tampos em madeira e granito, também modelos usuais nos áureos tempos.
Ainda hoje, diversos estabelecimentos, daquela época, mantense abertos com mais de 60 anos, chegando a terceira geração da família.Confirmando essa áurea de histórica aptidão para a boemia, o lendário CLUBE DO SAMBA, do saudoso João Nogueira, se estabeleceu aqui mesmo, em frente, nos anos 80, onde todo sambista de fato, freqüentou.
O prédio, o espaço, também se apresenta como muito propício. Boas dimensões, ventilado, distante o suficiente de imóveis residenciais, de ótima visualização e com características arquitetônicas simples, porém que remetem aos idos anos. Sua ambientação e adequação foram pensadas nos mínimos detalhes, buscando criar uma identidade não apenas visual, mas com objetivo e o uso a que se propõe. Alguns detalhes nem mesmo serão notados pelos freqüentadores, mas certamente seus efeitos serão sentidos. A ambientação para o samba não carece de grande ostentação, ou mesmo ornamentação de forma a apresentar-se como folclórico, ele é cultura viva.
Porem deve ser tratado com respeito, e respeitar a quem o freqüenta, e, sobretudo quem o fez chegar aonde chegou. Nas paredes fotos de grandes divas e ilustres bambas, de hoje e de outrora, que têem seu nomes na historia da Musica Brasileira. Os detalhes de balcões e paredes são em madeira de demolição (peroba rosa) e ladrilhos hidráulicos coloridos, características do inicio do século passado. Áureos tempos do Rio Antigo.O mobiliário, como não poderia deixar de ser, com cadeiras e mesas do tipo “Rio Antigo”, com pés de ferro, tampos em madeira e granito, também modelos usuais nos áureos tempos.
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